Comitês de Proteção à Mulher realizaram 298 atendimentos no DF em abril

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Os Comitês de Proteção à Mulher do Distrito Federal realizaram 298 atendimentos no mês de abril, reforçando a importância da presença desses espaços nas regiões administrativas e do acolhimento próximo às mulheres que precisam de orientação, apoio e proteção.

Desse total, 35 atendimentos foram relacionados a casos de violência contra a mulher, mostrando que a rede de proteção precisa estar cada vez mais acessível, preparada e presente na vida das mulheres do DF.

Para a deputada Doutora Jane, autora da lei que criou os Comitês de Proteção à Mulher, os números mostram que a política pública tem chegado onde precisa chegar.

“Cada atendimento representa uma mulher que foi ouvida. E, quando falamos de violência, ouvir pode ser o primeiro passo para salvar uma vida. Os Comitês existem para acolher, orientar e ajudar essa mulher a encontrar o caminho da proteção”, destacou a deputada.

Em abril, os atendimentos foram registrados nas sete unidades em funcionamento no Distrito Federal:

Santa Maria teve o maior número de atendimentos, com 67 mulheres atendidas, sendo 2 casos de violência. Em seguida, aparecem Itapoã, com 55 atendimentos e 9 casos de violência; Ceilândia, com 51 atendimentos e 4 casos de violência; Estrutural, com 47 atendimentos e 6 casos de violência; Sobradinho, com 39 atendimentos e 4 casos de violência; Águas Claras, com 31 atendimentos e 8 casos de violência; e Lago Norte, com 8 atendimentos e 2 casos de violência.

Os Comitês de Proteção à Mulher funcionam como pontos de acolhimento, escuta e orientação. A proposta é aproximar a rede de proteção das comunidades, especialmente das mulheres que muitas vezes não sabem onde procurar ajuda ou têm medo de denunciar.

“Violência contra a mulher não pode ser enfrentada só depois que a tragédia acontece. Precisamos agir antes, acolher antes, orientar antes e proteger antes. É isso que os Comitês fazem todos os dias”, afirmou Doutora Jane.

Atualmente, o DF conta com Comitês em Águas Claras, Ceilândia, Estrutural, Lago Norte, Itapoã, Sobradinho e Santa Maria. A deputada defende a ampliação da política para que mais mulheres tenham acesso a esse serviço perto de casa.

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